Sete minutos depois da meia-noite
Ana Júlia Martha
Havia um menino chamado Calebe, que morava em uma vila, e lá era feliz com seu pai e sua mãe.
Certo dia, seu pai ficou muito doente e logo descobriram o câncer sem cura. O Calebe desolado, continuou pesquisando e procurando a cura, mas não achou, a mãe que já sabia que não havia cura, então quando o pai morreu, a mãe fugiu da
vila com Calebe.
O menino estava em uma cidade, escola e uma casa nova, tudo era novo. Calebe não saia do quarto, não comia e não falava com ninguém, mas toda vez que ele dormia via o seu pai e isso era o'que lhe confortava, a mãe com raiva de tudo que aconteceu não acreditou em nada.
Nem esperou o luto do filho passar e já mandou ele para a escola. E foi nessa escola onde a raiva e a tristeza juntada com ódio começou, depois dele sofrer muito bullying. Calebe implorava para faltar aula e ficar em casa, mas a mãe sempre o ignorava.
Depois de 5 anos Calebe completou 15 anos, e 5 sofrendo bullying. Sua mãe nem se importava mais com ele então não lembrava de seu aniversário, por isso Calebe comemorou mais um ano sozinho.
Calebe cansou de tudo e então começou a gazear aula, logo depois de uns dias a sua mãe descobriu e brigou muito com ele.Calebe com muita raiva ódio e rancor, tudo que há de ruim, resolveu fugir e ir para bem longe.
Depois de tudo Calebe virou um grande vilão pois acreditava que a vida estava contra ele, e em toda batalha contra um super-herói, ficava se perguntando o porque os bonzinhos sempre se davam bem, Calebe era bom, mas ele sempre falava que a vida tinha transformado ele em vilão.
Assim em um dia chuvoso em uma das maiores batalhas o herói ganha e assim a sua incrível carreira se é assim que possamos dizer, se acaba.
7 minutos depois da meia-noite
Ana Luisa Hirt
Connor ao crescer sem a mãe começou a frequentar mais o cemitério onde ficava a árvore de teixo, e começou a fugir de casa. Em uma noite Connor estava adormecido nas raízes do teixo,até que escuta um barulho muito alto e acorda de seu sono, olhando para a lápide de suam ãe observa um bicho preto com a pilha de desenhos que tinha dado a mãe e algo a mais… Connor fica em prantos e decide acordar a árvore de teixo mais um tempo depois ele decide ir sozinho porque não conseguiu acordar o teixo, ele mergulha na floresta como se fosse um mar sem fim até achar uma cabana ´abandonada`, ele decide entrar. Ao entrar se deṕara com o bicho preto de antes comendo os órgãos da mãe de Connor. Connor fica desesperado desmaia. Ao acordar vê que era um sonho/pesadelo.mal sabe Connor que foi o teixo que lhe levou para casa depois de desmaiar….
Talvez sete minutos depois da meia-noite
Ellias Lima
Em uma bela noite, um garoto chamado Connor estava indo dormir com uma expressão de infelicidade, pois ele está com muitos problemas. Sua mãe está com câncer, ele sofre bullying na escola e geralmente está tendo pesadelos com uma grande árvore(um monstro).
Embora as conversas com essa árvore gigante tenham consequências negativas na vida real, elas ajudam Connor a enfrentar as dificuldades no mundo da fantasia .
Mas enfim Connor vai dormir, e como sempre acaba SONHANDO novamente com aquela grande árvore. Desta vez ele tenta se esconder deste monstro e pela primeira vez ele consegue.
Então ele se arruma e vai para escola. Logo ao chegar Jake o valentão se prepara e vai bater no Connor… Após Connor chegar da escola ele decide descansar mas antes ele acaba se deparando com seu pai na cozinha chorando, e infelizmente ele recebe a notícia que sua mãe havia falecido…
Então Connor fica extremamente triste e vai pro seu quarto. Connor decide então preparar uma armadilha para pegar aquela árvore gigante.Mas o'que o Connor não esperava é que seu pai entraria em seu quarto para ver como Connor estava, e infelizmente seu pai acaba caindo em sua armadilha, porem Connor pula na frente de seu pai…
Porém Connor acaba acordando em sua cama. E no fim tudo na verdade foi um grande PESADELO.
A parte não contada de 7 minutos depois da meia noite
Eloisa Nascimento
Após a perda de sua mãe, Connor acaba entrando em depressão, o garoto acaba passando o dia depois da escola ao lado do túmulo de sua falecida mãe, as horas longe dela pareciam ser agonizantes para ele.
Depois da escola todos os dias ele segue sua rotina no qual consiste em visitar o túmulo de sua mãe e conta como havia sido seu dia ou o que havia acontecido de novo na sua vida principalmente sobre o bullying que sofre. Quando ele chega em casa é recebido com sua avó repreendendo ele por conta do horário tarde que ele chegava na casa dele.
Por conta desse acontecimento todos os dias ele acaba tendo discussões com a própria avó, já que agora ela se tornou responsável pelo garoto pois seu pai mora em outro país e não quer levar o garoto junto dele e a mãe está morta não consegue cuidar do garoto, então a avó acabou sendo quem restou para cuidar dele, por mais que ela seja rude com ele, tem um amor gigantesco pelo seu neto.
Certo dia na escola Connor acaba sendo alvo de bullying como sempre, ele revoltado decide devolver as agressões sem pensar nas consequências que poderia sofrer, quando ele menos percebe Jake dá um soco no nariz de Connor fazendo com que comece a sangrar.
Os alunos da escola se reúnem ao redor dos dois vendo Connor ser brutalmente espancado, ao invés de ajudarem o garoto os estudantes incentivam o ato de Jake. Certa hora Connor escapa de Jake, ele corre e se tranca dentro da sala de aula, o valentão corre atrás dele gritando para abrir a porta.
Minutos se passaram e Jake consegue abrir a porta, ele gentilmente abre a porta e encontra Connor com uma corda ao redor de seu próprio pescoço pendurado no teto, o valentão observa a cena horrorizado, Jake então não consegue aguentar o peso de saber que Connor tirou sua própria vida por conta dele. Semanas após o ocorrido Jake não aguenta e tira sua vida da mesma forma que Connor.
O mundo falso
Gabriel Bressan
Depois de sua mãe ter falecido, conor, ainda chorando, olha para um espelho qualquer que encontra e vê sua mãe do outro lado, como se fosse uma janela, gritando para ele que o mundo que ele estava vivendo não era realidade desde o momento que ele viu a árvore-monstro pela primeira vez, e que além disso o monstro havia forjado sua morte e ela se curou do câncer, então ele a perguntou como faria para sair desse mundo, e ela respondeu que bastava pegar uma espada especial que estava na toca do monstro e assim com ela cortar sua cabeça, e a mãe finalizou, dizendo que ele era o guardião daquele mundo e que ele garantiria que ninguém saísse então ele precisaria se elevar ao máximo tanto fisicamente quanto mentalmente
Então de alguma forma ele conseguiu, de fato, enganar o monstro para entrar em sua toca, ele achou a tal “espada” e a apanhou, tirando sua bainha, percebeu que ela era feita de luz e ficou admirado olhando a espada, mas ele estava com a guarda baixa então foi pego desprevenido por um estrondo e rapidamente olhou para trás e entrou em posição de batalha e lá estava ela, a árvore, o encarando com um olhar debochado e logo disse
- Eu sabia que você estava tramando algo, achou que ia me enganar?
Então ele entrou em choque quando percebeu a espada que o garoto carregava, mas o que ele não sabia era que o garoto tinha mais medo dele do que ele do garoto, pois o garoto não tinha a menor ideia do que aquela espada fazia.
Então ele com muito medo sacou a espada e ela começou a se moldar da forma que ele queria então ele entendeu porque o monstro estava com medo e estava fugindo então foi fácil cortar sua cabeça e logo um portal se abriu e ele voltou para o mundo real levando a espada consigo.
Sete minutos depois da meia-noite
Henzo Moreira
Em uma cidade havia um menino chamado Corne que tinha uma vida humilde e um amigo imaginário que adorava contar histórias e manipular os sonhos do menino. Na escola o Corne foi intimidado por alguns meninos da sua turma, antes de ir para casa. Chegando em casa ele ouviu sua mãe conversando com alguém sobre a doença que descobriu que tinha, o menino escutando isso ficou muito triste foi para o quarto dormir. Ao anoitecer o amigo dele apareceu para contar uma história sobre um idoso que mexia com medicina antiga.
Dois dias depois a mãe dele piorou e não poderia mais ficar em casa só no Hospital. Corne ficou muito triste porque ficaria com sua avó, então o amigo entrou no quarto e falou que tinha uma cura e ela fica na árvore do cemitério, e só tem como pegar em sete minutos depois da meia noite.
Na próxima noite o menino foi até o cemitério pegar a cura, chegando na árvore ele ouviu alguns barulhos mas não se importou e foi pegar a planta mas quando pegou árvore virou um monstro e começou a perseguir o Corne até a casa, o menino chegou a tempo e foi dormir para no próximo dia entregar a planta à sua mãe. No outro dia foi até o Hospital e entregou para sua mãe e em algumas horas sua mãe ficou bem e foram para casa.
Connor e a Ciência
Isabella Bordignon
Alguns meses após a morte de sua mãe, Connor ainda em luto resolveu se tornar um grande cientista, capaz de construir uma máquina do tempo e voltar ao passado, para fazer o tratamento de sua mãe antes do câncer em estado terminal.
Connor começa à se dedicar aos estudos conquistando diversos torneios internacionais de ciência e tecnologia, anos se passam o jovem cientista agora adulto, se tornou um excelente cientista.
Em um dia qualquer, Connor estava prestes a conseguir finalmente a máquina do tempo, mas por uma falha, tudo aquilo foi pelos ares, uma explosão ocorreu, o jovem foi lançado para longe e acabou perdendo a consciência.
Quando Connor recuperou a consciência, estava acamado no hospital, ainda frustrado com ele mesmo, falando para si mesmo “estava tão perto”.
Ele acaba adormecendo novamente, só que desta vez sonha com sua mãe dizendo a seguinte frase:
-Passado fica no passado mas você meu filho pode mudar o passado do futuro.
Ele acorda pensando no que a mãe disse a ele, determinado a mudar.
Connor começa a estudar sobre a doença que matou sua mãe, após alguns meses ele finalmente descobre a cura e consegue salvar a vida de diversas pessoas, sendo conhecido mundialmente como o cientista que inventou a cura para o câncer.
A verdade sobre a vida de Jake
Izabela Caporal
Jake, o valentão desde pequeno sofria. Seu pai José um alcoólatra que vivia em bares pela cidade, e sua mãe Erika uma mulher agressiva por conta das drogas.
Quando tinha seis anos seu pai o agrediu, Jake de tanto apanhar e sangrar pelo nariz, fugiu de casa pulando pela janela, ele chegou em frente a uma delegacia pediu ajuda a um policial, e em menos de meia hora José seu pai estava atrás das grades.
Enquanto isso tudo acontecia sua mãe Erika, estava voltando para casa drogada e fedendo a cigarro. Quando chegou viu de fora a casa toda revirada, e um carro de polícia do lado de fora, Erika fingindo ser uma boa mãe abraçou Jake. Depois da polícia ver que estava tudo bem e que Jake estava seguro foram embora. Sua mãe quando viu eles indo embora mudou completamente, jogou Jake no chão e o fez limpar toda a bagunça pela casa. E depois de um mês toda a história se repetiu só que com sua mãe.
Depois de tudo isso Jake teve sua mãe presa e teve que ir morar com sua vó uma senhora de bom coração, mas o de Jake estava destruído ele de um garoto bondoso se tornou um valentão sem coração.
Ele foi matriculado em uma escola, onde fazia bullying com uma de suas colegas, por três anos ela viveu um inferno, ele puxava seu cabelo, escrevia coisas horríveis sobre ela, e ainda a batia. Mais depois de um tempo ela se cansou, brigou com ele e falou que estava cansada, e não aguentava mais o bullying que estava sofrendo. Jake parou e pensou que tudo o que estava fazendo com a garota era a mesma coisa que seu pai e sua mãe faziam com ele quando era mais novo, e falou a ela que nunca mais iria fazer bullying com ela e nem com mais ninguém.
Chegando em casa viu que não tinha ninguém, entrou em seu quarto e chorou por horas se sentindo horrível, levantou da cama e escreveu uma carta dizendo “Obrigado por tudo o que fez por mim vó, mais percebi que minha hora chegou, então fale para os meus pais que eu os amei até um certo ponto que eu comecei a me tornar igual a eles, e por favor fale com uma menina loira baixinha da minha sala, e fale que eu me arrependo muito do que fiz”.
Deixando a carta em cima da cama pegou uma corda e foi para uma mata que tinha lá por perto, pendurou ela e se matou. Sua avó ficou muito triste mas fez tudo oq o neto pediu.
Filho de connor
Jesuel Bildhaner
Em um certo dia Connor teve um filho, mas como Connor é muito ocupado com a árvore de teixo não dá muita atenção para seu filho, mas um dia Connor briga feio com seu filho Hemer e como Hemer era pequeno não entendia muito, uma vez Hemer entrou em seu quarto e se deparou com uma figura bizarra gigante ao lado de fora da janela pegando seu pai, assustado e ao mesmo tempo nervoso ele corre e pula no braço do gigante, que sacudiu com força lançando Hemer para longe.
Quando Hemer acordou estava em um quarto vazio e escuro, logo em seguida apareceu uma velha com um copo de chá para ele, ele com muita sede aceita e logo adormece não conseguia parar de pensar em seu pai e naquele monstro gigante.
Ao amanhecer ele partiu em sua jornada atrás de seu pai, como Hemer tinha mente boa lembrou certinho para que direção o gigante levou seu pai depois de horas caminhando cansado com fome e com sede, parou olhou e viu um bar e não teve escolha a não ser entrar, ao entrar não tinha ninguém além do garçom e pediu um copo d'água e uma comida.
Quando comeu o garçom o segurou e falou:
- Um gigante passou aqui com um velho homem…
Hemer seguindo em frente encontra seu pai no chão, morrendo de felicidade Hemer corre até ele mas quando chega já era tarde demais arruinado ele dá um grito falando:
-Eu vou te matar gigante desgraçado, não fuja.
7 dias antes do fim
Juan dos Santos
Certa vez um garoto chamado Conor que tinha um pai ausente, uma mãe no morre não morre, sofre bullying e não tem uma boa relação com sua avó, em mais um dia de sua vida às 00:07 horas enquanto dormia sonhou com uma árvore com rosto na qual a mãe do menino estava empalada em um dos galhos, conor aterrorizado com a cena correu, correu muito, em seguida avistou seu pai, que abraçou em seguida a árvore violentamente empalou ambos, Conor gritou.
Mas era tudo apenas um sonho ruim, certo? quando ele se virou deitado em sua aconchegante cama e viu uma árvore como a do seu sonho, e ela disse
-Ola Conor eu tenho um trato a fazer com você.
Que logo em seguida explicou:
-Sua mãe tem apenas 7 dias antes do fim da vida dela.
E conor ouvindo aquilo ficou desesperado e logo em seguida a árvore disse
o -Mate sua avó e curarei sua mãe.
A árvore sumiu após isso.
No próximo dia, Conor encontrou o menino que sempre agredia ele, após ser agredido, Conor chutou e socou ele muito até perceber que ele morreu.
Quando Conor percebeu o que havia feito se desesperou e na hora que estava dormindo sonhou com a árvore novamente porém desta vez o outro menino estava lá também e as 00:07 horas viu a arvore de novo e ela disse
-Sua mãe tem apenas mais 6 dias.
E sumiu.
Isso se repetiu até que no último dia connor pegou o machado de seu avô e esperou até as 00:07, quando o horário chegou a árvore apareceu e Connor a golpeou com o machado, a árvore foi aos poucos morrendo e se revelou ser a mãe de Conor, ela disse
-sua avó ja tentou me matar com o mesmo machado bebada, até que uma árvore me salvou, ela me ensinou magias, poderes, transformações e eu querendo mais matei a arvore, que se revelou ser meu avô, não é a primeira vez, adeus filho me desculpe.
Sem Título
Laura Dettoni
Após o falecimento de sua mãe, Connor decide mudar sua vida completamente, ele pega suas coisas e vai morar na casa de seu pai nos Estados Unidos. Lá ele demora a se acostumar com sua nova vida, mas foi sua melhor escolha em anos. Ele morou na casa de seu pai por seis anos e quando atinge sua maioridade, compra sua própria casa e mora sozinho. Com o tempo, decide fazer faculdade de fotografia, e por muito tempo sua vida foi assim, acordava, ia à faculdade e voltava para casa já a noite.
Quando se formou, começou a fazer picos pela cidade como fotógrafo, e conseguiu muito dinheiro tornando-se o mais sucedido fotógrafo de seu país, reconhecido e muito habilidoso.
Já cansado de sua vida solo, decide encontrar uma parceira, e realmente encontra, uma garota de cabelos castanhos, pele morena e olhos escuros, muito simpática e alegre. Tinha um sorriso contagiante, era com certeza a garota perfeita.
Conquistado, decide se decorar a ela, ele se prepara.
Sete minutos depois da meia-noite
Luan Emmel
Em uma cidadezinha, com poucos habitantes, onde a fronteira com outra cidade era devastada por árvores, morava um menino chamado Connor O’ Malley, ele morava com sua mãe Lisy, o seu pai morava em outro país, e ele não se dava bem com sua avó, suas tias Meliza e Jô moravam perto da escola estadual, onde sua mãe e elas faziam aula de teatro toda terça e sexta-feira a tarde.
O menino sofria bullying na escola, e apanhava e apanhava no final da aula para os outros meninos, ele adorava desenhar para expressar seus sentimentos, mas todo dia, sete minutos depois da meia-noite, todas as suas coisas começavam a rolar para um só lado, mas o menino não fazia idéia do que seria.
Alguns meses depois o menino foi descobrir que o avô dele que havia falecido no dia em que ele nasceu estaria mandando sinais de que ele estaria vivo, mas o menino não sabia onde ele estaria, o garoto tentou avisar a sua mãe, mas ela não acreditou, pois ela foi no enterro dele.
A mãe do menino sem motivos prendeu ele no quarto, o menino não estava convencido de que isso era verdade então pulou a janela, pegou sua mochila e começou andar rumo a fronteira sem dar importância aos boatos de que lá havia muitos monstros, ele atravessou a floresta, e mesmo com medo seguiu em frente, ele já estava cansado de andar sem direção então se escorou em uma enorme árvore e sem ele querer acabou dormindo.
Quando ele acordou, estava com dor nas costas, ele pensou que fosse por ter caminhado muito no dia anterior, mas quando ele se virou para trás viu uma grade de aço, o menino deu um grito e uma voz penetrante disse:
- Quem está aí?
o menino respondeu meio tremendo de medo:
-Sou eu
- Eu quem? respondeu a voz
- Eu, Connor O’ malley
- Não pode ser, disse a voz desconhecida meio chorando
- Oque ouve com você disse o garoto, um pouco mais acalmado
- Meu sobrenome também é O’ Malley, espera aí, você é meu neto?
-Você é o vovô Joe?
-Sim sou eu mesmo, como você me encontrou ?
- Um monstro de árvore estava me acordando todo dia sete minutos depois da meia noite para me dar um sinal de alguma coisa mas eu não entendia ele, e poucos dias atrás eu entendi o que ele falava
-Seu pai era um homem inteligente mas quando ele foi tentar me salvar sua mãe terminou o namoro com ele e começou a namorar com outro homem.
- E o que aconteceu com o meu pai?
-Virou o homem de árvore, o teixo.
- Agora você pode me tirar daqui, disse o avô Joe
O menino então tirou ele de lá e levou ele para casa, e todos viveram felizes.
Sete minutos depois da noite
Lucas Mohr
Era uma vez um menino chamado Connor O'Malley ele era um garoto feliz mas o pai dele tinha câncer e ele morava separado da mãe e só ele e o pai dele morava juntos
Um dia ele estava dormindo e acordou e viu que era 12:07 da madrugada
ele viu que a terra estava tremendo do nada ele viu um monstro pela janela vindo na direção dele e o monstro deu um soco na parede dele e a pegou e disse :
-oi menino eu apegue para de contar três história e você conta a quarta, o menino respondeu :
- ha ha ha ha ha ha me solta eu não vou te contar nada . o monstro saiu de lá corre
No outro dia ele foi pra escola , ele estava estudando e o valentão começa de bater nele e ele volta pra casa e vê o seu pai desmaiado no chão ele procura o remédio dele mas não acha e o pai dele morre ele chora bastante e vai dormir ele ve que ja e 12:07 e vê o monstro de novo o monstro fala
você é um imprestável e o monstro a mata mas ele vê que é um sonho e o pai dele não tem câncer.
Connor e o superman
Marcos Veit
Connor estava dormindo e escutou um estrondo levantou e foi ver o que era e era o superman gigante e o superman levou connor ao deserto atlântico no pico da montanha no mato grosso do nordeste e lá contou uma história ao connor e depois levou connor a sua casa e o connor acordou era só um sonho maluco dele e foi para escola com seu amigo cadeirante chegando na escola ele contou aos amigos mas os amigos não acreditaram então eles decidiram dar uma surra nele por mentir
e ele ficou sozinho pois não tinha mais amigos e chegando em casa descobriu que sua mãe tinha morrido de câncer e ele desabou no choro e foi morar na casa de sua
Avó e a noite teve seu segundo sonho só que com o homem aranha e eles voltam no tempo com sua mãe e teve várias lembranças ai o sonho acaba e quando ele acorda sua avó morreu na frente dele de ataque cardíaco e depois disso tudo ele vai morar com o pai dele na califórnia e lá ele teve uma vida feliz crescendo ao ficar mais velho com 18 anos tirou sua carteira de camioneiro e virou caminhoneiro se apaixonou por uma garota chamada ana que também gostava de caminhão e assim
Faziam várias e várias viagens, tinham um filho com 20 anos e daí ficaram velhos e o filho cresceu e eles morreram de velhice e o filho ficou muito abalado mas seguiu o legado do pai e virou camioneiro e vive nas estradas até hoje rondando por aí.
7 minutos depois do bird box
Vinicius Miezkowski
Connor depois de sua mãe ter morrido o tempo passa e ele já tem 23 anos. Era um dia qualquer de um jovem, porém quando ele se aproxima de uma esquina ele encontra uma mulher batendo sua cabeça na parede de um prédio Connor para e pensa, algo ruim deve ter acontecido, quando ele cruza com ela ela cai no chão a parede que era azul agora manchada de vermelho, chegando a sua casa o jovem liga sua TV quando muda para o noticiário.
O jornalista então diz:
_ últimas notícias, se você olhar diretamente para o céu você ira tentar se matar.
Incrédulo connor tranca suas janelas e sua porta para que não possa ver o céu mas, o jornalista continua
_ além disso a partir de amanhã sol estará 3 vezes mais quente, além de existir pessoas chamadas ´´visitantes`` que se passam por humanos mas só querem te matar, agora dicas:
. sempre tenha mais de 2 duas pessoas em casa pois se estiver sozinho eles podem facilmente te matar
.para identificar os visitantes veja essas coisas
.dentes muito brancos
.unhas com terra
.olhos muito agitados
.um jeito estranho de falar
Mas nem todos podem ser um desses…
Connor faz tudo o que ele pede estoca comida, faz rondas a noite, e sempre confere se as pessoas são visitantes os dia passam e algo começou acontecer muitas pessoas começaram a sair por aí atrás de vítimas, além conseguindo olhar para o céu, ele com medo tem uma idéia chamar seu velho amigo
12:07 ele aparece Connor pergunta se ele poderia os ajudar mas a árvore responde:
_ Somente uma coisa pode salvar o mundo
_ O'Que?
_ O milk-shake do alemão.
ele parte em busca quando encontra pede um misto com o maior copo, derramado nas águas do oceano o doce néctar influi sobre ele o tempo passa e a água vira fumaça levando ao céu que chove sobre todos adoçando voltando a ser gente novamente, assim sempre em todos os sábados ele vai tomar um milk-shake do alemão.
A PERDA DO PAI
Aline da Rosa
Após a morte de seu pai ele vai morar com sua mãe nos Estados Unidos e muito abalado com a morte de seu pai ele fica muito triste e abalado e fica dias sem comer e sem querer sair do quarto e todos os dias sua mãe tentava animar o menino mas não adiantava.
Até que dias se passam e ele consegue voltar a ser normal, animado e feliz mas um pouco de problema a mãe de Bruce fica em casa por preocupação com o menino até que o chefe demite a mãe dele a mãe fica triste por que o emprego dela era o que sustentava a casa mas agora ela não tem como sustentar a casa e o filho percebendo o que passava dentro de casa.
E decide começar a trabalhar para ajudar em casa nisso ele trabalhava anos até que o chefe viu que ele dava o máximo nó trabalho e o chefe decide fazer uma proposta para Bruce e ele ia ganhar muito dinheiro daí claro que ele aceitou e ele foi se empenhando mais e mais no trabalho e o chefe vê e decide aumentar o salário dele e nisso ele foi guardando dinheiro até que ele decide abrir uma empresa de jóias de pedras preciosas e a loja começa a fazer sucesso na cidade e vinha gente de fora para ir para a loja e como a loja era muito conhecido e ele virou bilionário e ele era muito bom então decide ajudar os outros que precisam de ajuda e como ele ajudava os outros todos gostavam dele pela atitude dele e nisso eles chamavam ele de herói por que ele ajudava as pessoas, e decide mudar seu nome para Batman.
E usa uma capa preta e roupa preta e roupa preta e ele decide colocar um símbolo de um morcego na camisa.
A história se repete
Lara Szimanski
Muitos anos depois Connor estava em sua escrivania desenhando, quando de repente ouviu um grito, preocupado foi correndo para o quarto de sua filha, chegando lá viu o quarto todo revirado, todos os móveis estavam todos quebrados
cama, armário, penteadeira, tudo estava destruído. Sem saber o que fazer, lembrou de sua infância, de repente lembrou da árvore de Teixo.
Lembrando disso esperou sete minutos depois a meia noite ansiosamente, depois de um tempo a casa começou a tremer, ele já ficou esperando, quando a árvore de Teixo conseguiu entrar em sua casa Connor falou:
-Você já me ajudou, pode me ajudar uma segunda vez?
A árvore de Teixo aceitou e respondeu:
-Sim, sua filha está em uma das histórias que nós havíamos explorado. Vou te dar uma chance de descobrir em que história!
Connor, nervoso com a situação, não sabia o que fazer então teve a ideia de ligar para a avó dele. Ela começou a falar sobre um reino onde um rei tinha morrido e perdido os seus três filhos. Na hora Connor já entendeu que a história que ele tinha que ir era a primeira.
Chegando viu que a sua filha não estava lá. Percebendo isso desabou no chão chorando, de repente o chão começou a desabar e Connor caiu junto naquele buraco que estava se formando. Quando ele acordou estava em sua cama, foi correndo para o quarto de sua filha e viu que estava tudo bem.
7 minutos depois da verdade
Laura Ferreira
Em um dia normal Connor estava em sua cozinha preparando o almoço para sua mãe, vó e ele, e quando já tinha terminado de pôr a mesa, chamou sua mãe:
”Ei! Mãe o almoço tá pronto, pode vir.”
Mas quando se virou de volta para a cozinha se deparou com a comida podre, e cheia de larvas, e a cozinha toda bagunçada, logo muito assustado saiu correndo para o quarto de sua mãe, mas quando chegou lá viu o quarto pior que a cozinha e vazio, e quando olhou para o lado viu uma prateleira cheia de remédios, e viu os rótulos, e descobriu que eram remédios para esquizofrenia:
“Deve ser um sonho e só manter a calma!”
Ele virou a caixa de remédios na boca e tomou todos de uma só vez:
“Porque não to conseguindo lembrar?!”
No dia seguinte sua avó acaba descobrindo sobre situação por uma ligação de um vizinho, então acaba indo até lá ajudar o neto, quando chega bate na porta três vezes, e connor abre:
“Está tudo bem, ei garoto se acalme para o'que eu vou te contar, sua mãe já morreu faz 1 ano!”
“Mas e agora o que eu vou fazer?!”
“Você vai morar com a vovó agora até seu pai te buscar”
Connor começa a tremer e a ter um ataque de pânico mas sua avó consegue o acalmar, chegando na casa da avó:
“Esse é seu novo lar”
“COMO ASSIM, EU QUERO VOLTAR PRA CASA!”
“Desculpe mas isso não é opção”
Connor acaba passando mal, porém após a 2 anos de tratamento ele finalmente acaba ficando melhor, mas ainda tem alucinações e alguns ataques de ansiedade, porém ele passa horas trancado no quarto:
“Ei querido, você poderia sair lá fora fazer alguns amigos”
“Meus sentimentos me dizem que é perigoso, mas meus amigos dizem que é diferente, sabendo quanto o coração é enganoso, o'que eu faço tô preso em um loop infinito, minha mente é uma mentira?!”
Sua avó preocupada senta ao lado dele puxa ele para um abraço caloroso:
“vou te dar uma dica, siga como se não tivesse dado em nada, infelizmente é isso temos que fazer, sempre adaptar a uma nova caminhada, sem medo de nada apenas viva, nada é garantido quando estamos em vida, logo vai se adaptar”
O tempo passou e as alucinações e os ataques pararam de vez, Connor finalmente conseguiu superar o seu trauma, e conseguiu algumas amizades ótimas.
Sete minutos depois da meia-noite entre teias.
Vitoria Lorenci
A cidade de Nova York respirava no ritmo das luzes que nunca se apagavam. No alto de um prédio antigo, um jovem herói permanecia acordado, pendurado de cabeça para baixo, observando ruas que pareciam não precisar dele tanto quanto ele precisava delas.
O peso daquela noite não vinha de vilões nem de sirenes, mas do cansaço acumulando nos ombros de alguém que salvava o mundo sem jamais conseguir salvar a si mesmo.
No parque esquecido entre os prédios, o concreto começou a rachar. Raízes antigas romperam o chão, erguidas por uma força que não pertencia aquela era. Uma teixo colossal despertou, trazendo consigo séculos de histórias, dores humanas e verdades engolidas. Seus galhos se estendiam como braços pacientes, esperando alguém que carregava mais do que podia admitir.
O herói sentiu o chamado antes mesmo de entender. Não era perigo, era necessidade.
Entre sombras e luzes artificiais, ele chegou ao parque. A presença do Monstro não causava medo, apenas reconhecimento. Algo ali compreendia o que significava perder, continuar a fingir força.
A noite avançou, e as histórias surgiram sem palavras. Estavam nos anéis do tronco, marcados por guerras, perdas e escolhas impossíveis. Estavam nas folhas que caíam lentamente, cada uma representando alguém que havia partido. Estavam em silêncio pesado que envolvia o herói, obrigando-o a encarar aquilo que sempre evitara: o desejo secreto de descanso, a culpa por sobreviver, o medo de amar.
O teixo se inclinou, não como ameaça, mas como abrigo, Suas raízes se espalharam pelo parque, envolvendo o chão rachado, sustentando aquilo que estava prestes a ceder. Ali, o herói deixou cair um peso invisível, algo que nenhuma máscara conseguia esconder.
Quando a madrugada se aproximou do fim, o Monstro começou a se desfazer, retornando à terra da qual nunca realmente partira. Não havia despedida, apenas aceitação.
Algumas verdades não precisam ser ditas para serem compreendidas.
O parque voltou ao silêncio. O concreto permaneceu rachado, mas firme.
Ao amanhecer, a cidade acordou igual a todas as outras manhãs.
Entre prédios e céu, o Homem-Aranha voltou a se mover, lançando suas teias com a mesma responsabilidade de sempre.
Mas algo havia mudado,.
Ele continuava cansado.
Continuava com medo.
Continuava sentindo dor.
E, ainda assim, seguia em frente-não por ser invencível, mas por finalmente compreender que até os heróis precisam ser sustentados por raízes invisíveis.
Sete Minutos da Meia-Noite em Radiator Springs
Maria Jacob
Sete minutos depois da meia-noite, Radiator Springs estava completamente silenciosa. As luzes da estrada antiga piscavam fracamente, e até o vento parecia desacelerar, respeitando a hora em que verdades costumavam despertar.
Relâmpago McQueen não dormia.
Estacionando perto da velha oficina de Doc Hudson, ele observava o reflexo da lua em seu capô vermelho. A fama já não fazia o coração acelerar como antes. As corridas tinham diminuído, os aplausos estavam mais distantes, e um medo novo tomava espaço em seus pistões: o de não ser mais necessário.
Foi então que a terra ao lado da estrada começou a rachar.
Do solo surgiu um enorme teixo, feito de madeira antiga e raízes profundas, crescendo onde antes só havia poeira.
Seus galhos se moveram como braços, lançando sombras longas sobre os prédios da cidade.
O Monstro havia despertado.
Relâmpago sentiu algo estranho, como se o motor falhasse sem motivo. Não era perigo. Era um chamado.
O teixo se inclinou sobre ele, e suas raízes desenharam marcas no asfalto, formando histórias sem palavras. Mostravam carros velozes que foram esquecidos, campeões substituídos por modelos mais novos, motores fortes que um dia pararam.
Relâmpago lembrou-se das corridas vencidas, mas também das perdidas. Lembrou-se do dia em que percebeu que não seria o mais rápido para sempre.
Aquele pensamento sempre fora empurrado para o fundo do tanque.
A segunda história surgiu no ranger da madeira: um campeão que temia desacelerar, acreditando que parar significava desaparecer. O medo de decepcionar quem acreditava nele pensava mais que qualquer troféu.
As raízes se espalharam, envolvendo Radiator Springs como um abraço silencioso. O Monstro não exigia velocidade, apenas honestidade.
Relâmpago compreendeu, naquele instante, que correr sem parar também podia ser uma forma de fuga.
Na última história, o teixo mostrou algo diferente: um carro que encontrou valor ao ensinar outros a correr, ao permanecer, ao cuidar. A vitória não estava na linha de chegada, mas no caminho compartilhado.
Quando o relógio da cidade marcou meia-noite e sete, o Monstro começou a se desfazer, voltando à terra. O asfalto rachado permaneceu, mas agora sustentava novas raízes invisíveis.
Ao amanhecer, Radiator Springs acordou como sempre. Relâmpago McQueen saiu para a estrada, não para provar que ainda era o mais rápido, mas para continuar sendo quem precisava ser.
Ele ainda amava correr.
Mas agora sabia que desacelerar também fazia parte da jornada.
E, em algum lugar sob a estrada, o teixo aguardava - pronto para despertar sempre que alguém tivesse medo de seguir em frente.
7 Minutos Depois Da Meia-Noite
Yasmin Kessler
Após a morte da mãe de Connor ele fica de luto e fica morando com seu pai. Então num finalzinho de tarde Connor briga com seu pai e vai para seu quarto e fica pensando se ele teria morrido no lugar de sua mãe.
Então ele acorda num local totalmente estranho uma casa bem, diferente da sua onde mora, foi quando avistou que tinha um jardim fora da casa e foi olhar. No quintal e vê uma floresta gigante e extensa foi quando ele começou a escutar um barulho estranho vindo de dentro da floresta, curioso do jeito que é curioso resolveu entrar na floresta então ele corre e corre até cansar atṕe que ele se depara com um poço grande e longo, mais ele continua a correr depois de um tempo ele se depara com o poço novamente e resolve entrar para ver o que tinha nele, assim que ele entra ele se depara com um lugar escuro e vê uma criatura estranha grande e vê que era a criatura que seu pai tinha lhe falado e para derrotar ele precisava de uma espada de ouro gravada no peito dele então lembrou que seu avô já tinha tentado matá lo então ele pegou a espada e foi uma grande luta até que um grito agudo foi ecoado e o monstro caiu no chão e Connor ganhou a luta e… Então ele acordou e foi correndo contar seu pesadelo para seu pai.
7 MINUTOS DEPOIS DA MEIA-NOITE.
Ana Laura Mackievicz
Vivendo cada dia mais com o luto, Conor se muda para uma nova cidade chamada Derry, entra em uma nova escola onde encontra um grupo de amigos peculiares e curiosos, um dia anunciaram uma notícia que chocou a cidade toda, o irmãozinho de seu melhor amigo Bill tinha desaparecido em uma noite de tempestade, ele não era a primeira criança a desaparecer do nada, pois acreditavam que existia uma maldição em toda a cidade, de um palhaço chamado IT o palhaço dançarino.
Ele se alimentava das almas das crianças sem dó algum, então, todos eles decidiram desvendar o mistério e descobrir como conter essa maldição. Foram em busca de respostas mas tinha algo que ainda existia dentro de cada um inclusive do IT, o medo, então eles colocaram na cabeça que eles precisavam enfrentar os medos e nunca desistirem, com toda sua força e coragem conseguiram deter ele e resgataram todas as crianças perdidas, assim aprenderam que o medo é a pior doença do ser humano e continuaram a desvendar mistérios a anos.
Sete minutos depois da meia-noite
Fabiely Kostrisky
Conor já não dormia de verdade fazia tempo. Ele apenas fechava os olhos e esperava. O quarto ficava escuro demais, silencioso demais, e o relógio parecia fazer barulho só para lembrar que o tempo continuava passando, mesmo quando tudo parecia parado. Quando o visor marcou sete minutos depois da meia-noite, ele soube que aquela noite seria igual às outras, mas também diferente.
A árvore da colina voltou a se mover. Não de um jeito assustador, mas pesado, como se carregasse o peso do mundo. Conor sentiu o chão mudar, como se estivesse sendo puxado para dentro de algo que ele não queria enfrentar. As imagens ao redor começaram a se misturar com lembranças que ele tentava esquecer durante o dia.
A casa apareceu vazia, maior do que deveria ser. Cada cômodo lembrava sua mãe, não do jeito saudável de antes, mas do jeito frágil de agora. O silêncio era o pior. Não havia gritos, nem choros, só a sensação constante de que algo estava prestes a acabar. Conor sentia raiva por isso, mas não sabia de quem. Do mundo, dos adultos, de si mesmo.
Na escola, ele era invisível. Ninguém realmente perguntava como ele estava. Alguns o empurravam, outros fingiam que ele não existia. Era mais fácil assim. Quando ninguém te vê, ninguém percebe quando você está quebrando por dentro.
As cenas mudaram, e o hospital apareceu. A espera era interminável. Conor percebeu que o medo não era só perder a mãe. Era ficar sozinho depois. Era voltar para casa e não ter mais ninguém que o entendesse de verdade. Ele queria ser forte, mas estava cansado de fingir.
No fundo de tudo, existia um pensamento que ele odiava admitir. Uma parte dele queria que tudo acabasse logo. Não porque não amasse a mãe, mas porque doía demais esperar. Esse pensamento o fazia se sentir horrível, como se fosse uma pessoa ruim. Mas quanto mais tentava empurrar isso para longe, mais pesado ficava.
A árvore estava ali, observando. Não para julgar, mas para mostrar que sentimentos confusos não fazem alguém ser mau. Eles só provam que a pessoa é humana. Conor entendeu que amar alguém não significa ser forte o tempo todo. Às vezes, significa apenas aguentar, mais e mais por ela.
Quando tudo começou a desaparecer, ele sentiu que algo tinha mudado. A dor não sumiu, mas ficou mais clara. Ele ainda estava triste, ainda com medo, mas agora sabia o que estava sentindo. E isso, de algum jeito, ajudava a fazer ele sentir uma esperança de tempos melhores.
O quarto voltou ao normal. A noite continuava. O mundo não tinha sido consertado. Mas Conor estava um pouco diferente. Ele sabia que o que viesse depois seria difícil, mas também sabia que conseguia continuar, sua mãe havia se recuperado e voltando pra casa seu pai para ficar junto deles. Ele finalmente achou um amigo que ficava e brincava com ele realmente.
E, pela primeira vez em muito tempo,ser feliz… Isso parecia possível.
As Hitória e Teixo
Isabela Prockmow
Há muitos anos, despertei como uma árvore gigante, com olhos profundos e voz grave, assustadora, um monstro por inteiro.
Antes, era um humano “normal”, a julgar pela minha falta de demonstrar sentimentos. Na tristeza, alegria ou raiva, sempre com expressões neutras. Mas diziam que eu tinha um diferencial: minha facilidade de ajudar as pessoas a entender seus sentimentos por meio de histórias.
Mas nesta vida, não era gente, nem um pouco parecido, pelo contrário: era uma aberração, horrível e assustador.
Uma coisa aconteceu também, algo… Estranho, eu diria. Sempre que alguma coisa acontecia, eu brotava da terra e ia ajudar quem quer que fosse.
Em um desses problemas, eu brotei e destruí a casa de um padre, pois ele só tinha a fé de má fé e não queria ajudar ninguém, nem mesmo o curandeiro da cidade, que foi quem mais tarde se recusou a lhe dar um remédio para a cura de suas filhas.
Em outro, tive que lidar com um príncipe que matou sua noiva para incriminar a rainha, mas como a rainha não tinha culpa de nada, a levei até um lugar isolado, onde ninguém poderia lhe fazer mal novamente.
E em outro tive que lidar com um homem que, tomado pela solidão, causou caos e destruição para ser notado.
Muitas outras coisas aconteceram, e depois de lutas e batalhas, o mundo finalmente se acalmou. Milhões de anos passaram até que, uma noite, desperto e vou a caminho de um orfanato onde, ali em frente, aos prantos, vejo uma garotinha.
Depois de muito se explicar, eu proponho a ela: eu contaria minha 3 principais histórias e quando terminasse, ela teria que me contar a dela, a verdade. Depois de 3 dias contando minhas histórias, ela me conta a sua e eu a ajudo a estabilizar seus sentimentos.
O tempo passou e a pequena foi adotada, cresceu, casou e teve um filho, um garotinho chamado Connor O’Malley.
Após o nascimento, ela se separou e criou o menino sozinha, mesmo descobrindo um câncer terminal. O garoto cresceu e, mesmo com as dificuldades da escola, ele cuidava de sua mãe sem reclamar.
Como ele sofria muito e desejava acabar com isso e com o sofrimento da sua mãe, eu acordei de madrugada, 7 minutos depois da meia noite, para ajudá-lo. Fiz o mesmo que com sua mãe: eu lhe contava 3 histórias e a quarta ele contava, ou seja, a verdade.
Igual da última vez, eu contei as histórias e ele teve que encarar a verdade, por mais que ela pudesse doer até em mim.
Sete Minutos antes da meia-noite
Isabela Fischer
Tudo começa quando uma menininha mora em um sítio com seus pais, lá havia uma grande árvore que estava lá há muito tempo, seu nome era Lizzie e ela era muito apegada a aquela árvore, uma noite quando ela foi dormir em seus sonhos aquela árvore apareceu, mas em uma forma humana, avisando o futuro, que ela teria três chances para mudar o futuro, mas, se falhar, não retornaria com vida. Lizzie tentou sair desse sonho, mas mesmo assim o monstro avisava:
Monstro: Tenho cuidado, você não está pronta!
Mas a menina continuava a correr, até que finalmente escapou de seus sonhos, mas no dia seguinte quando ela foi dormir no dia seguinte mas sonhou com a mesma coisa e nos próximos dias foi assim, até que o terceiro dia chegou e a mãe dormiu para sempre
7 MINUTOS DEPOIS DA MEIA NOITE
Júlia da Silva
Após a morte da mãe, Connor vai morar com seu pai em Hawkins, então ele começa a frequentar uma nova escola e conhece novos amigos, em sua nova escola ele não sofria bullying e em uma semana conheceu amigos incríveis. Um dia seu melhor amigo Will chamou Connor para ir em seu aniversário e lá eles se divertiram por horas.
Com seus amigos Will decide que é hora de mostrar para Connor a verdade sobre uma fera de olhos vermelhos com um corpo todo deformado, o nome daquela criatura era Demogorgon e naquela noite era hora de ele aparecer 7 minutos depois da meia noite.
Connor então se lembrou de Teixa o horrível monstro que o atormentava quando sua mãe ainda era viva e também descobriu que Teixa ainda estava ali e continuava atormentando mais crianças junto com Demogorgon.
Sete minutos depois da meia-noite
Katerine Carula
O relógio da sala nunca fazia barulho.
Até aquela noite.
Quando os ponteiros se alinham exatamente sete minutos depois da meia-noite, um som grave ecoou pela casa — como um coração batendo fora do peito.
Lucas acordou com os olhos ardendo. O hospital ainda grudava nele: o cheiro, as luzes, a palavra “incerteza”. Sua mãe dormia em outro quarto, frágil demais para perceber que o mundo estava desmoronando ao redor deles.
Então a janela se abriu sozinha.
Do quintal, algo se levantou. Não era um monstro de dentes ou garras, mas uma figura feita de madeira antiga e sombras profundas, como se tivesse nascido do próprio tempo.
— Você me chamou — disse a criatura, com uma voz que parecia vento atravessando árvores.
— Eu não chamei ninguém — respondeu Lucas, tremendo.
— Chamou, sim — disse ela. — Todo medo é um chamado.
O chão desapareceu. Lucas agora estava em um lugar onde as lembranças flutuavam como folhas: risadas antigas, brigas não resolvidas, promessas que nunca seriam cumpridas.
— Vou lhe contar uma história — anunciou a criatura. — Não para assustar. Mas para revelar.
Lucas sentiu raiva.
— Histórias não vão curar minha mãe.
A criatura se ajoelhou, ficando da altura dele.
— Não. Mas vão curar você.
E então Lucas entendeu: não era o fim que o destruía, mas o pensamento proibido que ele nunca ousara dizer em voz alta — o desejo de que tudo acabasse logo, só para a dor parar.
Ele caiu em lágrimas.
— Isso não me torna uma pessoa horrível? — perguntou.
— Não — respondeu a criatura. — Torna você humano.
Quando Lucas acordou, o sol já surgia. O relógio estava quieto outra vez. Nada havia mudado… exceto ele.
Ele entrou no quarto da mãe e segurou sua mão com firmeza.
A dor ainda existia.
Mas agora, ele sabia: sentir tudo não era fraqueza.
Era amor.
7 minutos depois da meia-noite: a história da árvore de teixos
Pablo Prockmow
Eu acordo todas as noites, exatamente sete minutos depois da meia-noite.
Não sou apenas uma árvore. Sou uma memória, dor e histórias que os humanos evitam contar. Minhas raízes atravessam o tempo, se alimentando do medo e da esperança de quem passa por mim.
Vejo o Connor antes mesmo de ele me ver. Ele carrega um peso maior do que o próprio corpo: o medo de perder sua mãe, a culpa por desejar o fim do sofrimento e a raiva que ele finge não sentir. Os humanos acreditam que esconder a verdade os protege, mas ela cresce por dentro, semelhante a uma ferida.
Quando falo, acabo contando histórias. Não são contos de fadas, são histórias de escolhas erradas, de pessoas boas que fazem coisas erradas e de monstros que não se manifestam — apenas silenciam. Cada palavra é um teste. Ele quer respostas simples, mas o mundo não é simples.
No fundo, ele espera que eu o salve, que eu traga um milagre. Mas eu não existo para isso. Eu existo para fazê-lo encarar o que sente, mesmo que doa mais do que qualquer castigo no mundo.
Quando a verdade finalmente é revelada, o menino desmorona. E então sou eu quem se ergue. Arranco minhas raízes do chão, meus galhos quebram paredes, o vento carrega minha fúria antiga. Destruo a casa, os objetos, o silêncio falso que escondia tudo.
Não destruo por raiva. Destruo porque algumas verdades só vivem depois que tudo cai.
Quando a poeira baixa, resta apenas o que é real, e isso, mais do que qualquer história, é o que os humanos mais temem.
Depois da destruição, permaneço imóvel, não porque esteja cansado, mas porque o silêncio também ensina. O menino está ali, entre os restos do que foi quebrado, respirando com dificuldade. Agora não há mais onde se esconder.
Sinto suas mãos tremendo tocando a superfície de minha casca, ele não pede ajuda, não pede perdão. Pela primeira vez, apenas aceita, aceita o medo, a tristeza e a verdade que o assombra todas as noites. Esse é o momento mais difícil para qualquer humano.
Eu me inclino, não como uma ameaça, mas como abrigo. Digo a ele aquilo que nunca quis ouvir: sentir alívio não o torna cruel, desejar o fim da dor não o torna mau. A culpa é um monstro silencioso, e eu vim para arrancá-lo do escuro.
O menino chora, e suas lágrimas alimentam mais minhas raízes. Não há conserto, não há final feliz. Há apenas a continuação. A dor não desaparece, mas se torna suportável quando é encarada.
Quando a lua se esconde, começo a retornar ao chão. Minhas raízes encontram a terra, meus galhos se aconchegam entre eles mesmos. Sei que talvez ele não se lembre de mim quando crescer. Humanos esquecem suas verdades para sobreviver, mas eu sempre voltarei, sete minutos depois da meia-noite.
Porque enquanto houver alguém fugindo da verdade, eu ainda precisarei acordar.
O Sétimo Minuto Em Derry
Leonardo Pereira
Após Harry ter feito as pazes com Connor, ele o pede em namoro e Connor aceita.
Depois do tratamento de Lizzy não ser eficaz, ela iniciou o tratamento final, mas que tinha uma alta taxa de cura. Enquanto a mãe de Connor estava no hospital, o casal tinha de passar por todo tipo de perigo e se divertir um pouco.
Um tempo depois, Lizzy foi curada e ficou um pouco no hospital para melhorar, e nisso Connor teve a ideia de viajar com seu namorado e com sua mãe para Derry, onde seu pai morava.
Quando a mãe de Connor melhorou, seu filho contou para ela do namoro e de sua ideia que Lizzy gostou da ideia e resolveu fazer essa viagem. Connor pediu a Harry se eles poderiam viajar a Derry e ele aceitou."
Ao cruzar a fronteira de Derry, a alegria de Connor, Harry e Lizzy desapareceu, substituída por um silêncio opressor. O ar cheirava a mofo e metal. Lizzy, curada, parecia estranhamente revigorada.
Na casa do pai de Connor, a meia-noite da segunda noite chegou. Connor viu Lizzy, no topo da escada. Ela não parecia doente; parecia consumida. Seus olhos brilhavam e sua cabeça estava totalmente careca.
"O Monstro da Árvore é uma piada, Connor," Lizzy sussurrou, flutuando. "A doença é só uma porta."
Na sala de estar, o pai de Connor estava morto, com um sorriso costurado. A Sra. O'Malley estava presa, sorrindo de alívio vazio. Ela havia aceitado a "paz" da Entidade.
Lizzy, o novo hospedeiro da Entidade de Derry, aproximou-se. Harry se colocou na frente de Connor.
"O medo de morrer é bom," disse Lizzy. "Mas o medo de perder o amor é um banquete."
Após Harry ter feito as pazes com Connor, ele o pede em namoro e Connor aceita.
Depois do tratamento de Lizzy não ser eficaz, ela iniciou o tratamento final, mas que tinha uma alta taxa de cura. Enquanto a mãe de Connor estava no hospital, o casal tinha de passar por todo tipo de perigo e se divertir um pouco.
Um tempo depois, Lizzy foi curada e ficou um pouco no hospital para melhorar, e nisso Connor teve a ideia de viajar com seu namorado e com sua mãe para Derry, onde seu pai morava.
Ao cruzar a fronteira de Derry, a alegria de Connor, Harry e Lizzy desapareceu, substituída por um silêncio opressor. O ar cheirava a mofo e metal. Lizzy, curada, parecia estranhamente revigorada.
Na casa do pai de Connor, a meia-noite da segunda noite chegou. Connor viu Lizzy, no topo da escada. Ela não parecia doente; parecia consumida. Seus olhos brilhavam e sua cabeça estava totalmente careca.
"O Monstro da Árvore é uma piada, Connor," Lizzy sussurrou, flutuando. "A doença é só uma porta."
Na sala de estar, o pai de Connor estava morto, com um sorriso costurado. A Sra. O'Malley estava presa, sorrindo de alívio vazio. Ela havia aceitado a "paz" da Entidade.
Lizzy, o novo hospedeiro da Entidade de Derry, aproximou-se. Harry se colocou na frente de Connor.
"O medo de morrer é bom," disse Lizzy. "Mas o medo de perder o amor é um banquete."
Ela tocou o peito de Harry. Ele sentiu todas as suas inseguranças e medos se materializarem em dor. O corpo de Harry implodiu em fumaça vermelha escura que Lizzy inalou com prazer.
Connor gritou por sua mãe, mas ela apenas chorou de alívio. "Você está livre do medo, meu filho. Dê-nos a sua parte."
Connor entendeu: a Entidade se alimentava da aceitação do desespero. Ele não lutou. Ele caminhou para o abraço de Lizzy, sentindo seu corpo se liquefazer em fumaça.
O Monstro agora tinha sua família. Derry ficou em silêncio.
A verdade às 00:07
Victor Ferreira
Quando o relógio marcou 00:07, o monstro apareceu novamente na janela de Connor.
-É hora de outra história,- disse ele.
Connor suspirou.
-Mas eu não quero mais histórias.
O monstro respondeu:
-Então vamos à verdade.
Num piscar de olhos, Connor foi levado a um campo iluminado pela lua, onde viu duas versões de si mesmo: uma criança assustada e um adolescente cheio de culpa.
-Você tenta fugir do que sente,-disse o Monstro.- Mas fugiu só divide você em dois.
Connor gritou:
-Eu tenho medo! Tenho raiva! Não quero perder minha mãe, mas não quero vê-la sofrer!
As duas versões de Connor se aproximaram… e se uniram numa única figura.
O Monstro se inclinou.
-A verdade dói, mas é dela que você cresce.
De volta ao quarto, Connor olhou para o relógio: 00:08.
E, pela primeira vez, sentiu que podia enfrentar o que vira.
7 minutos após a meia-noite.
Augusto Krebs
Tudo começa com uma mãe que tem câncer e o filho dela que se chama Connor que sofre bullying na escola, mas o menino não conta para mãe para não deixar ela preocupada e talvez ter outros problemas além do câncer. Um dia o Connor leva uma surra dos valentões quando termina a aula, de noite o menino fica acordado pensando naquilo, mas ele faz um desenho de uma árvore que fica no cemitério perto de sua casa que é um Teixo, quando dá meia-noite e sete a árvore vira um monstro gigante e vem caminhando até chegar perto de sua casa e pega o Connor em sua mão e diz:
— Oi Connor, tenho três histórias para te contar e a quarta história você irá contar.
O menino assustado com esse momento pergunta ao monstro:
— Quem é você?! E como você sabe meu nome?!
Então o monstro responde ao Connor.
— Eu sei muita coisa sobre você, meu jovem. E vou contar a primeira história para você. A primeira história conta sobre uma Rainha e um Rei que têm dez filhos e cada um deles foi morrendo por causa de guerras, dragões, encruzilhadas, maldições entre outros acontecimentos. Quando os dez filhos do Rei e da Rainha morreram, a Rainha não aguentou a dor de seus dez filhos terem morridos e ela morreu também após seus filhos terem morrido, e o único herdeiro que sobrou ao rei foi seu sobrinho, o sobrinho do rei foi crecendo e seu pai se casou com uma bruxa má, e quando o sobrinho do Rei achou sua amada nessa caminhada da vida, a Bruxa ficou com inveja e ordenou que o sobrinho se casasse com ela, mas ele negou pois amava sua esposa, a Rainha ficou furiosa e tentou matar a mulher, mas eles conseguiram escapar da Rainha e foram para muito longe dali.
Homem-aranha e sete minutos depois da meia-noite
Davi Palinski
Após a morte de seu avô o menino chamado Peter Parker é picado por uma aranha e ele virou o homem aranha. Depois de um tempo ele conhece uma árvore gigante que fala que iria contar três contos para ele e ele iria contar o quarto que era a verdade dele mas o menino não queria contar então o menino acorda. No outro dia o homem aranha vai salvar uma pessoa em um prédio .Na mesma noite o monstro apareceu e começou a contar o primeiro conto o menino não entendeu a história mas o monstro estava contando a vida do próprio do menino e as suas emoçoẽs .Na próxima noite o monstro pede se ele está pronto para a outra história, o menino continuava sem entender as histórias .No outro dia o menino tava na escola quando valentão e ele começaram a brigar o menino começou a dar socos e chutes muitos fortes para machucar o menino mesmo.No Final do intervalo a vó dele foi chamada na escola o menino disse que não era ele ninguém acreditou nele então ele foi correndo para a árvore e tacou pedras no monstro até que o monstro levantou e fala pro menino que ele desiste de tudo e que não vai mais ajudar ele e virou árvore para sempre.
7 Anos Depois Daquela Meia Noite
Flávia Falcade
Voltando do enterro de sua avó, foi até a sala, apanhou uma caixa e convidou sua filha para ir até a árvore que ficava no topo da colina, atrás de sua casa. A menina, curiosa como sempre foi, aceitou, e então, os dois, pai e filha subiram a colina.
Ao chegar no topo, se depararam com a árvore centenária, a árvore de Teixo. Sentaram-se ao pé da árvore, e então o pai abriu a caixa.
Dentro dela havia 1 livro, muito grosso, com a capa em couro, um cadeado, cuja chave estava enterrada sob uma pedra ali mesmo onde estavam.
Ao abrir o livro, descobre-se que estava cheio de histórias, que até hoje ninguém sabe se foram inventadas, ou se realmente aconteceram. As páginas, já amareladas com o tempo, contavam desde coisas fantasiosas, até problemas do dia a dia.
Quando chegaram a metade do livro, o Pai parou:
-Irei lhe contar 3 histórias, e então passarei a pose deste livro para você.
-Por que pra mim papai? - Perguntou a menina.
-Por que quero que continue com o legado da família , e quando você tiver completado as 3 histórias, passará o livro para seu filho mais velho.
-Então conte-me as 3 histórias, e eu cuidarei de seu livro, e continuarei o legado, papai.
-Eu começarei pela história de 2 pequenas garotinhas travessas, elas faziam tudo juntas, porém, um dia, enquanto elas brincavam à beira de 1 lago, uma delas caiu, se afogou e não sobreviveu, sua amiga, ficou devastada quando recebeu a notícia, e então ela correu, para bem longe, pois não podia acreditar que sua querida amiga havia morrido. Ela correu tanto que chegou até 1 árvore, e então sentou-se no chão e desabou - o pai fez uma pausa para que sua filha pudesse realmente entender, e continuou - Em meio às lágrimas, percebeu que, atrás da árvore, 1 pequeno urso a observava e tentava chegar perto dela, porém, ele estava muito assustado com alguma coisa. a menina então se aproximou, mas antes que pudesse alcançá-lo, uma névoa preta começou a surgir nas bordas de sua visão, e lentamente ela caiu no chão, desacordada.
-E quem achou ela? Ela ficou lá sozinha? O que aconteceu papai?
-Algumas horas depois, quando sentiram a falta dela e foram procurar a encontraram, estava muito desidratada e doente, tendo alucinações e sonhando acordada - Explicou o Pai.
-Então a amiga dela não morreu?
-A amiga dela morreu, realmente, mas ela não caiu no rio, mas sim a amiga dela que a empurrou.
-Então a amiga dela é do mal?
-Não, apenas estava doente, e suas alucinações a deixaram agir por impulso, levando a morte de sua amiga.
-Acho que entendi… Mas e a segunda história?
-É a de uma cabeça pônei, que se teleportar para vários universos, vivendo várias aventuras, porem, certo dia, enquanto ela viajava, foi parar em um universo cheio de animais estranhos e coloridos, mas a pior parte foi quando ela tentou sair de lá, mas não conseguiu, pois sua varinha havia parado de funcionar. Decidida a sair dalí, investigou e descobriu que quem mandava ali era uma grande árvore, e iria até lá ver se ele conseguiria consertar a sua varinha e conseguir viajar para outros universos de novo - O Pai parou para conseguir retomar o fôlego - Assim que ela encontrou com a árvore, e explicou a sua situação, ele então disse que poderia consertar a varinha, porém, ela deveria voltar para casa, e ela, sem escolhas,teve de aceitar.
-Ela vai encontrar com a família dela?
-Sim, sim, ela irá voltar para casa e ficará por lá, ajudando seus pais e mudando de vida.
- Que legal papai, mas tem uma terceira história, não é mesmo?
-Essa é a história de um garoto que sofria bullying por que sua mãe estava com câncer, tinha os pais divorciados e não tinha uma boa relação com sua avó.Certa noite, enquanto desenhava, conheceu uma árvore gigante, ela veio em busca da verdade do garoto, mas ele não queria aceitar, então a árvore lhe contou 3 histórias.
-Igual você está me contando papai? - Interrompeu sua Filha
-Não, eram diferentes, mas a quarta história quem iria contar era o garoto, e a árvore o ouviria. Após a terceira história, a árvore disse que voltaria, exatamente 7 minutos após a meia noite, para que o garoto pudesse contar a quarta história.
-Qual era a história papai? Era legal?
-Não, não era legal, e igreja desmoronaria, fazendo com que a terra se abrisse, a mão do garoto estaria lá, e cairia na rachadura, porém o garoto conseguiria pega-lá, mas em um deslize, os dois se soltaram, fazendo a mão dele cair, pois não aguentava mais ver sua mãe sofrer, e, após essa confissão. ele finalmente consegue deixar sua mão ir, por que tinha medo da dor que sentiria.
-Papai, qual era o nome desse menino?
-Seu nome era Conor O’Malley - Ele respondeu, já sentindo as lágrimas se formarem.
-Papai, esse menino era você? - Sua filha pergunta, já chorando.
-Sim minha filha, esse menino era eu - Disse, já abraçando sua filha.
E assim eles ficaram, abraçados, conversando ao pé da grande árvore centenária de Teixo.
A filha de Conor, Melina, passou a tradição adiante, e seus filhos também passaram, mantendo viva a ligação entre a família O’Malley.
Quando o Tempo Acorda
Daniel Doebber
O quarto estava mergulhado na penumbra, e o vento batia contra a janela como dedos impacientes tentando chamar Conor de volta ao mundo. Mas ele continuava imóvel, sentado no chão, olhando para o relógio iluminado como se aquilo fosse tudo o que ainda restava controlar.
O *tic-tac* não avançava.
Conor esfregou o rosto com as mãos, cansado, frustrado… e assombrado por algo que ele não queria admitir.
— **Você não vai vir hoje, né?** — murmurou, tentando não deixar a voz tremer.
Virou-se, decidido a deitar e fingir que não esperava nada. Mas então, veio o som. Primeiro um estalo, depois outro, como madeira fria se retorcendo sob uma força invisível. As cortinas se moveram sozinhas, a lua escureceu por um instante — e o jardim se transformou.
Uma silhueta gigante ergueu-se, quebrando a escuridão como um trovão silencioso. As raízes se arrastaram pelo chão, desenhando sombras tortas nas paredes.
O Monstro estava ali.
— *Você chamou*, disse ele, com sua voz profunda que parecia ecoar dentro da própria terra.
Conor engoliu em seco.
— **Achei que… que não viria mais.**
— *Eu venho quando você precisa, Conor O’Malley. Nunca se esqueça disso.*
O garoto desceu até o jardim, aproximando-se do Monstro como alguém que se aproxima de um segredo que dói.
— **Eu não quero que amanhã chegue**, confessou. As palavras vazaram sem permissão, mas eram verdadeiras demais para segurar.
O Monstro inclinou a cabeça, cada galho rangendo como ossos antigos.
— *O amanhã chega para todos. Mas o que você teme não é o amanhã. É o que ele vai tirar de você.*
Conor sentiu o peso daquelas palavras empurrando-o para dentro de si mesmo. A garganta apertou. Os olhos arderam.
— **E se eu não for forte o suficiente? Se eu não conseguir lidar com…** — Ele não terminou. Não precisava.
As raízes avançaram devagar, envolvê-lo com cuidado inesperado. Não era um abraço apertado, nem suave. Era firme, constante — como a presença de algo que não poderia ser arrancado facilmente.
— *Força não é sobre lutar até vencer. É sobre admitir aquilo que você tenta esconder até de si mesmo.*
Os olhos de Connor se encheram de lágrimas. Ele tremeu, mas não recuou. Pela primeira vez, deixou que tudo o que segurava explodisse — o medo, a raiva, a culpa, a tristeza. Chorou como quem tenta respirar embaixo d’água.
O Monstro não se moveu. Apenas permaneceu, imenso e silencioso, como se proteger aquele momento fosse sua missão mais antiga.
Quando Connor finalmente levantou o rosto, exausto, o relógio do quarto piscou.
**00:08.**
O momento que nunca avançava… avançou.
— **Por que agora?** — perguntou em um sussurro fraco.
— *Porque você finalmente andou também.*
O garoto respirou fundo, sentindo algo novo e estranho — uma coragem tímida, frágil, mas real.
— **Obrigado por não ir embora.**
O Monstro pareceu sorrir, embora fosse feito de galhos e sombras.
— *Eu nunca fui embora. Estive sempre aqui, esperando você se encontrar.*
E então, lentamente, o gigante se desfez. As folhas se transformam em poeira luminosa, os galhos se dissolveram como fumaça, e o vento levou consigo a última forma do Monstro.
O jardim voltou a ser apenas um jardim.
Mas Conor não era mais apenas Conor.
Ele fechou os olhos. E pela primeira vez em muito tempo… deixou o amanhã chegar.
O X1
Gustavo Bressan
Uma noite, Jonh estava em seu quarto se preparando para dormir quando escuta um estrondo na frente de sua casa, um monstro feito e madeira estava derrubando tudo o que via pela frente, depois de um tempo, o monstro percebeu Jonh olhando e começou a correr em direção à casa ele, no momento em que o monstro ia bater na casa de Jonh, o Hulk apareceu e deu um soco direto na cara do monstro, o fazendo voar 2 quarteirões, quando o monstro se levantou, ficou com uma raiva imensurável, chegando a cuspir fogo, então o monstro foi correndo em direção ao Hulk e ele também foi, então quando os dois se colidiram começaram a se empurrar, e o monstro estava sendo empurrado para trás, então usou toda sua força, e de repente o Hulk fica vermelho e ergue o monstro por cima dele, o fazendo cair de costas no chão, com o monstro sem ar, o Hulk pegou ele pelo pé e começou a rodar o monstro feito um peão e o jogou para cima e o monstro umu no horizonte.
Dois, mese se passaram, e o monstro voltou, na mesma hora, no mesmo lugar, e o Hulk também apareceu, então Hulk falou:
-Você não aprende mesmo não é. - O monstro respondeu:
-Você tá ferrado Hulk!- Então o monstro parte pra cima e o Hulk cai na briga, então os dois começam a trocar socos, Jonh sentia como se cada soco fosse um terremoto, logo depois que o ois começaram a trocar socos, o Hulk eu um soco tão forte na cara do monstro, que ele virou de costas, então Hulk pega os dois braços o monstro e apoia seu joelho nas costas dele, puxando as mãos do monstro e empurrando as costas com o joelho, Hulk arranca os braços o monstro e depois quebra o pescoço dele.
O Monstro e o Balão
Maria Prockmow
A noite estava silenciosa quando Conor acordou antes da meia-noite. O vento parecia inquieto, como se algo no ar o chamasse. Um brilho vermelho cruzou a janela, lento e suave, interrompendo a escuridão do quarto. Um balão flutuava do lado de fora, movendo-se sem direção, mas claramente interessado nele. Conor pensou estar sonhando. Mas o balão encostou no vidro, que vibrou apenas com um toque. A terra respondeu antes mesmo que ele se levantasse. O solo tremeu em ondas, e a grande árvore no quintal se transformou. Galhos se alongaram e se dobraram, revelando a figura gigantesca do Monstro, formado de tronco, sombras e raízes antigas, seu corpo crescia junto com o vento, como se absorvesse a energia da própria noite.
Conor sentiu o peso protetor daquela presença atrás de si. Porém do outro lado da rua, algo diferente se aproximava. A luz fraca dos postes revelava uma figura pálida, imóvel, segurando o fio do balão vermelho que agora flutuava parado, mirando exatamente a casa de Conor.
Era Pennywise.
O palhaço observava com um sorriso rígido e vazio, como se tivesse encontrado algo na coragem silenciosa de Conor. Sua postura não era agressiva, mas havia algo errado naquele sorriso. Uma ameaça quieta. O monstro reagiu primeiro. Sua forma cresceu ainda mais, galhos se estendendo e tocando o chão como se quisesse proteger Conor. As raízes sob seus pés brilharam em verde profundo, como vida naquela noite. Pennywise deu alguns passos para trás, como se não esperasse tanta força vinda dali. O balão em sua mão tremeu, perdendo altura. A presença dele oscilou, como se estivesse sendo empurrada por uma energia que não conseguia entender.
Conor não disse nada. Apenas respirou fundo e encarou o palhaço, não como alguém indefeso, mas como alguém que carregava um gigante ao seu lado. Um gigante feito da sua própria imaginação. A energia emitida pelo monstro atingiu o chão como ondas de luz verde, espalhando-se até a figura de Pennywise. A imagem do palhaço começou a se distorcer, ficando granulada, instável, como se estivesse perdendo força. O balão estourou de repente, desaparecendo.
Sem conseguir permanecer naquele território protegido, Pennywise recuou até desaparecer na escuridão da rua, dissolvendo-se como fumaça varrida pelo vento.
A noite voltou ao silêncio.
As raízes do Monstro recolheram-se lentamente. A árvore retornou a sua forma original, como se nada tivesse acontecido. Conor ficou alguns instantes parado, respirando o ar frio, percebendo que ainda carregava um resquício daquela força viva que o Monstro despertara nele.
Ele voltou para dentro com a sensação estranha, mas poderosa de que não precisava enfrentar seus medos sozinhos. E que sempre que a noite tentasse assustá-lo, algo antigo e forte estaria ali, pronto para se erguer ao seu lado.
Um valentão antes da 00:07
Arthur Scherer
Meu nome é Jake, essa é minha história, toda noite meu pai ia ao bar, bebia e se drogava, depois chegava em casa bêbado e batia em mim e em minha mãe. Até que um dia ele chegou mais revoltado porque roubaram sua carteira, ele pegou uma cadeira e quebrou nas costas de minha mãe, de um jeito que a matou. Então ele tentou esconder o corpo, mas eu o entreguei para a polícia, e fui morar com minha tia.
Comecei a me revoltar com a vida, pois estava sem o amor de meus pais, então descontava em alunos menores da minha escola, eu adorava bater em um menino chamado Conor, fazia bullying com ele, sobre a mãe dele ter câncer.
Certo dia eu estava na fila da merenda até que Conor me empurrou e começou a me esmurrar, até que as outras pessoas no refeitório intervieram, depois disso fui levado ao hospital e Conor foi expulso da escola, nunca mais vi ele depois disso, mas continuei fazendo bullying com outras crianças.
Sete Anos Depois Daquela Carta
Connor O’malley estava vivendo com sua avó já havia um ano, sua relação havia melhorado muito desde a morte de sua mãe, situação a qual uniu avó e neto por um mesmo sentimento: a saudade.
Neste dia 10 de julho o garoto foi pegar a correspondência, e encontrou algo inesperado, uma carta com seu nome no destinatário, ninguém nunca lhe escrevera, não tinha muitos amigos na escola nova, e a carta como meio de comunicação estava quase se extinguindo.
Ele foi até a cozinha, deu para sua avó 1 conta e 3 envelopes que deveriam ser de suas amigas, e foi sentar-se à mesa, abriu sua carta, mas antes que pudesse lê-la ela foi bruscamente arrancada de suas mãos.
-Vó, essa carta minha!- reclamou o menino.
Mas sua avó não respondeu nada, estava lendo o papel em suas mãos com uma expressão surpresa.
-O que foi vó? Fiz algo de errado? É da escola?
-Meu querido - disse a avó saindo do transe - precisamos conversar.
Os dois se dirigiram ao sofá em um silêncio constrangedor.
-Olha Connor, vou te dizer a verdade e você poderá decidir - explicou a avó com cautela - Sua mãe era uma bruxa, não se assuste, esse é o termo para pessoas praticantes de magia.
Os olhos de Connor quase saltaram das órbitas. Bruxa? Como assim sua mãe era uma bruxa?
-Relaxa- disse a avó percebendo a expressão do neto - Sim, bruxa existem e sua mãe era uma delas, e esta carta diz que você foi aceito na escola de magia e bruxaria de Hogwarts, mas como eu disse, vou te dar a escolha.
O silêncio pairou por alguns segundos enquanto Connor assimilava todas as informações
-Mas vó - falou o garoto quebrando o silêncio - por que a senhora acha que talvez eu não queira ir?
-É que é algo totalmente novo e mudar pode ser difícil, principalmente para quem teve uma mudança muito brusca recentemente.
Connor ficou pensativo
-Por que minha mãe nunca me contou nada?
- Nós achamos que você teria puxado o lado de seu pai e seria um trouxa
- Trouxa?
- É como nós bruxos chamamos quem não é bruxo.
- Então a senhora é bruxa também?
- Sim, uma das mais importantes hoje em dia, como você acha que sua mãe ia tão bem na escola? Bom, comecei a suspeitar que você teria o sangue bruxo quando você conheceu a árvore de teixo, e esta carta, Connor O’malley, é a prova de que, se você quiser, pode se tornar um bruxo muito bom, aliás, os bruxos de nossa família costumam ser mundialmente conhecidos.
Connor ficou em choque, muitos pensamentos cruzavam sua mente, então ele decidiu pensar por um tempo.
Alguns dias havia se passado quando Connor informou sua decisão:
- Vó, eu quero ir para Hogwarts! Quero aprender tudo que minha mãe aprendeu, andar pelos corredores que ela andou e viver um pouco do que ela e a senhora viveram!
A avó deu um pequeno e raro sorriso, então se dirigiu ao antigo quarto de sua filha, fazendo sinal para que o neto fizesse o mesmo.
Chegando lá, ela pegou um grande baú que Connor nunca havia visto, e retirou de lá muitos livros, alguns frascos com líquidos, muitas coisas diferentes e também uma varinha.
- Estes são os materiais antigos de sua mãe, vamos para Londres semana que vem comprar novos, mas pode usá-los para estudar e ter uma noção dos conteúdos da nova escola - Ela fez uma pausa e olhou para varinha em sua mão - Mas esta varinha está na nossa família à muitas gerações, ela pertenceu a um antepassado muito importante para os mundos bruxo e trouxa, o nome dele era Harry Potter, ele derrotou o Lorde Voldemort, o maior bruxo das trevas de toda a história da magia. E agora, esta varinha pertence a você!
Connor ficou sem reação, era uma honra receber tal presente, mas será que estava pronto para tanta responsabilidade?
Passou a semana, Connor havia estudado muito e até praticado um pouco com sua avó, mas sem dúvidas sua matéria favorita seria história da magia, pois queria muito conhecer a história de bruxos e bruxas importantes e principalmente sobre seus antepassados. Os dois foram para o beco Diagonal em Londres, o garoto estava muito animado, e ficou impressionado com tantas coisas novas e diferentes.
Então finalmente chegou a hora de pegar o trem, a avó ajudou o neto a acessar a plataforma 9 ¾ e já estava dentro do vagão dando tchau para ela.
Neste momento uma nova fase estava começando na vida de Connor, ele passaria 7 anos estudando em Hogwarts para se tornar um bruxo, ele passaria por grandes aventuras e desafios, mas estava feliz, daria continuidade a família bruxa de Harry Potter e parecia que ele finalmente havia encontrado o seu lugar.
Oitavo Minuto
Vitor Moreira
Conor não conseguia dormir desde que o Teixo deixou de visitá-lo, as noites haviam se tornado mais silenciosas do que nunca. Sua mãe não estava mais ali - nem na cama, nem nos sonhos. Mas, naquela noite, algo mudou.
O relógio marcava 00:07.
Conor se levantou com o coração apertado. Esperava que o monstro viesse, que os galhos quebrassem o chão, que a voz antiga o chamasse. Mas nada. O jardim estava vazio.
De repente, ouviu um sussurro:
-”Você contou sua verdade. Agora escute a minha.”
A árvore diante da janela, começou a brilhar suavemente. Não era mais o Teixo. Era a mãe de Conor.
Formada por galhos e luz, ela surgiu serena. Os olhos dela, os mesmos de antes da doença, sorriam para ele.
-”Você me deixou partir, Conor. Mas isso não significa que estou longe. O que você sente por mim, isso me mantém viva aqui.”
Ela apontou para o peito dele.
-”Você é mais forte do que pensa.”
O relógio virou 00:08.
A figura sumiu com o vento, mas Conor não chorou, pela primeira vez sentiu paz.
O oitavo minuto não foi um pesadelo mas um recomeço.
SONHOS
Letícia Leviski
Tudo estava indo muito bem na vida de Conor, o tratamento de sua mãe estava funcionando e ela estava melhor do que nunca, seu pai estava próximo de si, sua avó era amorosa e não sofria mais bullying na escola. Sua vida estava quase perfeita, a não ser pelo fato de que tudo era um sonho.
Todas as madrugadas, a meio-noite e nove, Conor acordava de seu sonho. E voltava a vida real, onde sua mãe já não estava ao seu lado, ele quase nunca via seu pai, tinha uma avó amargurada e sofria bullying na escola. Conor já não aguentava mais tudo que estava acontecendo na sua vida.
Quando dava meia-noite e sete o Teixo aparecia e falava a mesma coisa de todas as noites:
- Está tudo bem, não precisa se preocupar.
Mas Conor sabia que não estava tudo bem, a vida que antes já era ruim, agora estava pior. E talvez nem todas as histórias tenham um final feliz. E a história de Conor não tinha um.
Conor e a Árvore da Vida
Isadora Luft
Era um dia comum em Corona, um reino localizado em uma ilha, onde comerciantes abriam suas barracas logo cedo, camponeses começavam a puxar carroças, crianças brincavam juntas na calçada e os membros da realeza iniciavam seus compromissos, assim, o vilarejo ia ganhando movimento. O dia estava passando normalmente para alguns, porém, no castelo, uma notícia abalou a todos.
A rainha Lizzie, mãe do príncipe Conor, desenvolveu um câncer raro, onde as chances de cura eram quase nulas. Foram contratados os melhores médicos do reino, comprado milhares de aparelhos e remédios, mas de nada adiantou, a situação da rainha só piorava, sem nenhuma melhora significativa. Príncipe Conor, após passar noites em claro pensando em uma solução, lembrou que, no jardim do castelo, havia uma árvore da cura, capaz de tratar qualquer doença.
Confiante, ele se dirigiu em direção ao local e coletou algumas folhas. A árvore era muito sábia, já fazia parte daquele jardim a muito tempo e tinha uma consideração enorme pela rainha, por isso, ajudou Conor a preparar a receita da maneira correta. Logo após o remédio ficar pronto, o príncipe levou-o imediatamente para sua mãe, pois, quanto antes ela tomasse, maior era a chance de cura.
Três dias se passaram, Lizzie estava melhorando constantemente e a alegria do reino voltava. Conor, com muita emoção e felicidade, resolveu realizar um festival para todos os moradores de Corona, pois sua mãe estava curada definitivamente do câncer e não havia sentimento melhor.
A festa foi incrível, um momento de muitas celebrações, onde reuniu pessoas com o mesmo objetivo: Comemorar a cura da rainha Lizzie. A tranquilidade de Corona voltou a reinar e todos viveram felizes naquele lugar.
Fanfiction sete minutos depois da meia noite
Anita Severo
Para a surpresa de Connor, um garoto com uma grande imaginação, teve uma 5º história depois de sua perda para o câncer e de tudo o que passou . Junto com a 5º história a árvore monstro volta a lhe assombrar.
E lá está a árvore novamente, tentando fazer Connor se recuperar de sua perda e entender seus próprios sentimentos. Mas com sua grande imaginação é difícil conter ṕésamnetos e possíveis pesadelos com sua mãe, mesmo tendo aceitado a sua morte.
Em um de seus pesadelos, lembra de sua avó o ensinando a desenhar. lembra de escutar a frase: “os olhos dão a vida connor, quando entender isso vai virar um artista”. No mesmo pesadelo, viu que o seu primeiro desenho foi a árvore monstro.
Connor percebeu que estava tudo ligado.
Com suas dúvidas resolveu consultar a árvore monstro e ele repetiu a mesma frase que havia escutado a muito tempo: “ velho demais para ser criança e jovem demais para ser homem. Connor não importa o que você pensa, importa o que você faz”. O menino ficou pensativo, e viu que precisava fazer alguma coisa, caso contrário nada mudaria em seus pesadelos.
Quando connor teve seu próximo pesadelo tentou controlar a si mesmo, mas não funcionou, o garoto continuou tendo seus pesadelos com a morte de sua mãe, mas Connor insiste em descobrir como detê-los a todo custo.
A vida de Connor continua, mas agora morando com sua avó é diferente, apesar de que aprenderam a se divertir juntos, sua avó até está incentivando ele a fazer esportes, caminhadas mais horas de leitura e voltou a desenhar. E isso tudo surpreendentemente, tem ajudado a amenizar seus pesadelos e pensamentos.
Assim , com sua nova rotina, alguns meses depois Connor melhorou, seus pesadelos foram parando e foi se aproximando cada vez mais de sua avó.
TÍTULO
Maryana de Castro
Connor um garoto de treze anos que mora com sua mãe que apesar de ser muito doce e compreensiva sofre de uma terrível doença de câncer ele é um menino muito criativo, inteligente, sentimental que sempre achou que o tempo era cruel.
Ele estava parado entre dois mundos velho demais para acreditar em magia, e jovem demais para que alguém levasse seus sentimentos a sério. Os adultos e professores esperavam maturidade, força e coragem, os colegas esperavam infantilidade animação e que “não fosse tão sensível”.
Os adultos…bem, os adultos sempre pareciam ocupados demais para perceber o peso e a dor que ele carregava.
E foi numa dessas rotineiras noites silenciosas por fora, e gritantes por dentro, que o monstro chegou,às 00:07, como sempre retornaria.
Você ainda tem verdades a me contar, e irá me contar ao fim de minha três histórias - disse o monstro, a voz profunda como uma raiz quebrando a terra.
Connor soluçou.
Não tenho histórias.
Tem sim. Todo adolescente tem. São as mais selvagens e perigosas, as mais confusas e as mais verdadeiras.
A árvore se inclinou para ele, como quem se aproxima para contar um segredo e então começou a contar.
O primeiro conto. O menino que se perdeu dentro dos próprios rascunhos.
Era uma vez um garoto que vivia desenhando mundos encantados, mas conforme ia crescendo, mais lhe diziam que “isso não lhe daria um futuro digno” alguns diziam que “esses rascunhos são coisas de crianças”
Então certo dia ele parou, sem seus desenhos o mundo começou a perder a cor, começou a confundir trabalho e deveres com sonhos, rotina com identidade. E certo dia ele parou e percebeu que não sabia mais quem era, havia se perdido dele mesmo e talvez não o encontrasse. A fala do monstro caiu como folhas secas.
A criatividade não é infantil. É sobrevivência, é
uma forma que encontram para conseguir controlar e organizar seus pensamentos.
Connor engoliu em seco. Ele entendeu mesmo suplicando para não ter entendido.
Na segunda noite novamente o monstro voltou, a segunda história, as metáforas, havia uma ilha que mudava de forma, conforma o estado de saúde e sentimentos de seus habitantes.
Quando alguém fingia que estava tudo bem, tempestades se formavam silenciosamente, quando alguém deixava o medo dominar, o mar engolia as praias.
Connor reconheceu a ilha de imediato na realidade era a casa dele, cada consulta, cada silêncio gritante e pesado havia moldado seus sonhos e seus dias.
O monstro então tocou o chão com seus galhos longos.
As doenças costuma virar metáforas porque os sentimentos são grandes
“Quando a Árvore Chamou Outra Vez”
Alexandre Mota
Conor O’Malley não sonhava havia meses. Depois da morte de sua mãe, o silêncio das madrugadas era pesado, mas estável. O monstro — a árvore gigante de olhos de brasa — nunca mais havia aparecido.
Ou pelo menos era o que Conor acreditava.
Numa noite chuvosa de outubro, 7 minutos depois da meia-noite, o relógio voltou a tremer.
Ele abriu os olhos no escuro.
A janela vibrou.
E então ouviu.
— Conor O’Malley… você me chamou.
A voz profunda ecoou pelo quarto como trovão contido.
Conor sentou na cama, assustado.
— Não! Eu não chamei! — disse, mas seu peito apertava de saudade e medo ao mesmo tempo.
A árvore-monstro ergueu-se no quintal, maior do que antes, galhos brilhando úmidos sob a chuva.
— Os humanos raramente percebem quando chamam — disse a criatura, aproximando o rosto de Conor — mas seus sentimentos me alcançam mesmo assim.
Conor engoliu seco.
— Por que você voltou? Minha mãe… ela já se foi. Você não precisa mais de mim.
A árvore inclinou a cabeça.
— Talvez. Mas agora é você quem precisa de mim.
Conor apertou os punhos.
— Estou cansado. Todo mundo espera que eu esteja bem. Que eu tenha superado. Mas eu… eu só me sinto vazio.
A criatura se aproximou, o vento movendo suas folhas como um suspiro.
— Então hoje eu contarei outra história. Mas esta será diferente.
A terra tremeu quando o monstro se sentou, transformando o quintal em um mundo de sombras vivas. Aos poucos, seu corpo se abriu como um livro, revelando luz dourada dentro dos galhos.
— Esta é a história do menino que acreditou ter perdido tudo… e descobriu que ainda podia crescer.
Conor inspirou forte.
— Isso não é história. É só a vida real, e ela dói.
A árvore sorriu com tristeza.
— Histórias são vidas, Conor O’Malley. E vidas… sempre doem. Mas também curam.
A luz envolveu Conor e, de repente, ele se viu no topo de um penhasco, diante de um mar agitado. No horizonte, sombras gigantescas de pessoas que ele amava surgiam e desapareciam como ondas: sua mãe, sua avó, até seu próprio eu mais jovem.
— Você não pode trazer minha mãe de volta — Conor disse.
— E eu nunca disse que podia. Mas posso lhe mostrar que ela nunca se foi completamente.
Do mar, uma onda tomou forma: sua mãe, sorrindo, cabelo balançando como se fosse feito de luz.
Ela se ajoelhou e tocou o rosto de Conor.
— Meu amor… viver não é me esquecer. É me levar com você.
Conor caiu de joelhos, lágrimas misturando-se às ondas.
A visão desapareceu, e Conor voltou ao quintal, respirando rápido.
A criatura o observava.
— Eu… eu queria voltar no tempo — Conor confessou. — Só isso.
— Todos querem. Mas você tem algo que poucos têm: coragem para enfrentar o que sente.
Conor limpou as lágrimas.
— E agora? Vai me contar mais histórias?
A árvore se ergueu, imensa contra o céu.
— Não. Agora é sua vez de contar a sua. Mas quando precisar de mim…
O monstro sorriu, galhos se inclinando como um aceno.
— Eu virei às 00:07.
A criatura se dissolveu no vento, e o relógio voltou a marcar o tempo comum.
Conor ficou ali, respirando o ar úmido da madrugada, sentindo algo diferente — não alegria, nem dor, mas um começo.
Talvez um dia ele conseguisse contar sua própria verdade.
Talvez um dia ele crescesse.
Mas naquela noite, às 7 minutos depois da meia-noite,
Conor entendeu:
O monstro não era sobre medo.
Era sobre seguir em frente.
Quando o Monstro Voltou
Alessandra Pompeo
Conor é um garoto que enfrenta sentimentos difíceis e tenta escondê-los. O Monstro/árvore, uma criatura feita de madeira e sombra, aparece às 12h07 para guiá-lo e ajudá-lo a entender suas emoções. Ele volta porque Conor ainda precisa aceitar uma última verdade ligada à lembrança de sua mãe, que representa amor e saudade. O Monstro mostra que lembrar não significa sofrer para sempre e que a dor não é inimiga. No fim, ele parte prometendo voltar sempre que Conor precisar, deixando o garoto mais forte e preparado para seguir em frente.
A casa estava como se prendesse a respiração. Conor encarava o teto, já acostumado a medir o tempo pelos ponteiros do relógio que brilhavam no escuro. 12h06. O minuto que antecede o impossível. Ele fechou os olhos, tentando convencer a si mesmo que nada aconteceria naquela noite, não mais.
Mas então, o chão vibrou lentamente, como se um gigante caminhasse sob a terra. As paredes tremeram. E Conor entendeu, o Monstro estava de volta.
A janela se abriu com um estalo seco, apesar de estar trancada, a noite pareceu entrar no quarto como uma onda negra, e dela surgiu, a silhueta imensa da árvore, galhos como braços, tronco como peito, olhos âmbar queimando suavemente.
– “Conor O’Malley”.
O Monstro falou com aquela voz de tempestade antiga.
– “Você me chamou”.
Conor se sentou na cama, assustado e confuso.
– “Eu… não chamei. Pensei que você tivesse ido embora”.
O Monstro inclinou o rosto feito de casca e raízes.
– “As histórias nunca vão embora. Elas apenas esperam o momento certo para retornar”.
Ele estendeu um galho, delicado como uma mão humana.
– “Há uma quarta história a ser contada”.
Conor engoliu em seco.
– “Mais uma?”.
– “A mais importante”.
O quarto se dissolveu como tinha na água, Conor piscou, e de repente estava em pé em um lugar estranho, um campo enorme coberto de neve brilhante, mesmo sem lua no céu, cada floco caía devagar, como se obedecesse a um ritmo próprio.
– “Onde estamos?”
– “Dentro de você”. Respondeu o Monstro. “No lugar onde as verdades se escondem”.
Conor sentiu o peito apertar, como se aquele campo gelado fosse uma lembrança que ele ainda não tinha coragem de enfrentar. Mas, à distância, ele viu algo se aproximando: uma pequena figura, caminhando devagar, uma figura familiar.
Seu coração congelou mais do que a paisagem, era sua mãe sorrindo, não fraca, não cansada, mas exatamente como ele a lembrança quando as coisas ainda eram simples: forte, viva, radiante. Conor correu para ela, mas o Monstro colocou um galho em seu galho.
– “A quarta história não é para ser vivida, é para ser entendida”.
A imagem se aproximou até parar diante de Conor, e então ele percebeu: não era realmente ela, era uma lembrança tentando se transformar em algo novo.
– “O que isso significa?” Conor perguntou, quase num sussuro.
O Monstro respondeu:
– “Que a dor não é inimiga, a lembrança não é prisão, e seguir em frente não é esquecer”.
A imagem da mão tocou o rosto de Conor, mas sua mão brilhava como neve dissolvendo no vento.
– “Você não está sozinho, meu amor”, a figura disse.
E então se desfez em milhares de pequenos flocos de luz. Conor caiu de joelhos, mas dessa vez, não por desespero, era como se algo estivesse finalmente se encaixando. Ele sentiu o Monstro se aproximar e envolver sua sombra sobre ele como uma árvore oferecendo abrigo.
– “A quarta história, Conor O’Malley, é a história do momento em que você se permitiu viver de novo”.
O campo congelado começou a se derreter, a neve virou água, a água virou grama e o ar ficou quente e leve. Conor respirou fundo como se fosse sua primeira respiração verdadeira em muito tempo.
Quando abriu os olhos, estava de novo em seu quarto, eram 12h08, o Monstro já se virava para partir, mas Conor o chamou:
– “Você vai voltar?”
A criatura sorriu com seus olhos dourados.
– “Quando as histórias precisarem”.
E desapareceu na escuridão.
Conor finalmente voltou a dormir, e pela primeira vez em muito tempo, se permitiu sonhar sem medo.
Sete minutos depois da meia noite
Aline Vieira
Eric, de 14 anos, muda-se de Bretanha para Paris e se sente completamente perdido. Não faz amigos, não gosta da nova cidade e sente muita saudade do seu antigo lar. Todas as noites, às 00:07, ele passa a ouvir o som de água correndo e, ao abrir a janela, encontra o espírito do sena, uma criatura feita de água e luz. O espírito leva ele para passeios mágicos pelo rio e mostra um lado secreto de Paris, mas com o tempo começa a enfraquecer e escurecer. Ele explica que isso acontece porque Èric rejeita sua nova vida e guarda sentimentos que não admite.
Numa noite, o espírito quase desaparece e implora que Èric diga a verdade. O garoto então desaba e confessa seu medo: medo de não ser amado ali, medo de não se adaptar e medo de Paris não ser seu lugar. Ao admitir seus sentimentos , o espírito volta a brilhar e o rio fica calmo novamente.
A partir dessa noite, Èric decide tentar: faz novos amigos, descobre lugares que gosta e começa a aceitar a nova cidade. O espírito nunca mais apareceu, mas o brilho do sena mostra que o garoto finalmente está pronto para recomeçar.
A Casa da Floresta
Izabela Bach
No fundo da casa de Connor havia um jardim maravilhoso e logo atrás uma floresta. Connor gostava de ir ao jardim desenhar, certa tarde ele viu um cervo saindo da floresta, encantado ele foi atrás do animal, cada vez que Connor entrava mais na floresta, mas ele se perdia, até que ele viu um muro escondido entre folhas, ele seguiu o muro até cair em um túnel, ele desceu como se estivesse em um escorregador, quando ele chegou ao final, Connor ainda tinha que seguir andando, era como se estivesse embaixo de algo, andando por túneis que davam em vários lugares. Chegando ao final ele sai de uma porta que dava dentro de um armazém, era enorme aquela casa, ele ainda não havia avistado ninguém, o que era estranho para o tamanho daquela casa, saindo da casa ele viu que não era uma casa normal, fora dela havia animais que começaram a rodea-lo, havia muitas flores também, até que de repente uma árvore começa a andar, assustado ele recua, mas a árvore diz que não quer machucá-lo e assim pelo resto do dia eles conversavam, o menino descobre que a casa está “abandonada”, e que ela cuida dos seres vivos presentes ali.
Ao pôr do sol ele volta pra casa e começa a desenhar cada detalhe daquela misteriosa casa. No dia seguinte ele volta a casa para ver melhor o que tem dentro dela, ele encontra várias fotos, cartas, documentos, pertences e roupas que definitivamente não era daquela época.
Curioso ele foi perguntar à árvore o por que da casa estar vazia, ela disse que o dono havia falecido e o filho dele que deveria permanecer ali não aguentou ficar na casa, ele tentou vender, mas ninguém quis comprar por causa da localização e por conta das coisas místicas, então o herdeiro resolveu deixar tudo e sair, ele foi embora e nunca mais voltou, até então a árvore cuida dos outros seres porque ela é a única que se move e fala com qualquer ser.
No jantar, na casa do Connor, ele contou para seus pais que havia descoberto uma casa com magia na floresta. Os pais se entreolharam e o menino percebeu os olhares, os pais pediram para o filho não ir mais aquela casa pois poderia ser perigoso, ele não quis confrontar os pais, mas também não queria parar de frequentar a casa, então apenas foi dormir.
Durante a noite ouviu os pais discutindo, não era compreensivo, mas imagina-se sobre o que era. No dia seguinte a mãe o chamou e contou a verdade, o herdeiro da casa era seu pai, e ele não gostava de falar dela, pois é algo que o machuca. Então a partir daquele dia o menino não comentou mais da casa, porém sempre ia la e a maioria dos desenhos dele era da casa.
ENTRE O MEDO E AMOR
Kauany Siepmann
Connor O’ Malley é um garoto sensível que enfrenta a doença da mãe enquanto tenta lidar com seus próprios medos. A mãe continua amorosa e paciente, a avó é rigida mas carinhosa por trás do jeito duro, e o pai tenta se reaproximar mesmo morando longe. No meio disso, surge a Árvore Gigante, um monstro que deveria ajudar Connor a entender suas emoções, mas que também cria confusões.
Um dia, a Árvore acorda Connor dizendo que há uma “missão urgente”. Suas bolachas desapareceram. A mãe age normalmente, a avó toda equipada para uma aventura e o pai tenta participar preso no aeroporto.
Connor tem um dia completamente inesperado quando a Árvore Gigante do quintal o acorda cedo gritando que há uma “missão urgente”. A mãe age como se fosse normal, a avó chega equipada para uma aventura e o pai tenta participar, apesar de estar preso em um aeroporto por culpa de um pato teimoso. A missão, porém se revela totalmente absurda, as bolachas da Árvore desapareceram. Todos seguem pela floresta procurando pistas e acabaram descobrindo que o culpado é um guaxinim mal - humorado que roubou o lanche. Depois de uma bronca da avó, o guaxinim devolve tudo, assustadíssimo. Para celebrar, a família faz um piquenique, com a mãe dançando, o pai tirando fotos e Connor rindo da situação inteira.
No final, a Árvore agradece e promete mais aventuras embora provavelmente continue sem sabe bater na porta.